segunda-feira, 31 de julho de 2017

Crónica da Corrida de Salvaterra - Por José Luís Figueiredo

O castiço taurodromo de Salvaterra, foi no passado dia 28 palco para uma corrida de gala á antiga portuguesa.

Antes de abordarmos o teor artístico 

da mesma, queremos enaltecer o meritório trabalho do empresário 

Rafael Vilhais, que com a sua enorme 

aficion e competência, conseguiu transformar a "abandonada" praça num

local apetecível para ir aos toiros.

VEIGA TEIXEIRA 

A excepção do exemplar, lidado por Luís 

Rouxinol, na segunda metade da corrida 

(não foi bravo), todos os outros oscilaram entre o bom e o muito bom,

(não confundir com babosas), foram toiros sérios, de enorme nobreza que 

obrigaram os intervenientes a puxar dos

galões. 

LUÍS ROUXINOL

Muitos bem no primeiro em todos os 

tércios, colocando de imediato, a fasquia em elevado patamar, esforçou-se no

segundo sacando o que havia a sacar,

mas o oponente não esteve pelos ajustes.

JOÃO MOURA JR.

Excelente em ambos os toiros, que lhe

tocaram em sorte (mais no segundo),

duas lides em que é difícil encontrar 

falhas. Grandes actuações.

JOÃO TELLES JR.

Fantástico... Aquela segunda lide, aqueles fabulosos ferros curtos são 

(foram) de parar o coração, são "coisas"

destas, a razão de irmos aos toiros. 

Obrigado João,  por esses momentos. 

AMADORES DE ALCOCHETE 

Em grande forma, sobretudo nas ajudas 

o grupo de Alcochete dignificou a

forcadagem, foram solistas João Machacaz, Pedro Viegas e António José 

Cardoso este a sentir algumas dificuldades que o enorme de corpo e alma Diogo Toorn ajudou a resolver.

GRUPO?... DE SALVATERRA 

Sempre fui e continuo a ser um acérrimo

defensor do forcado amador, jamais aceitei que pseudo e auto intitulados

representantes da forcadagem que por acaso (será por acaso? ) não prestam 

contas da sua actividade, decidem quem

deve ou não se manter em actividade. 

Sempre defendi que são os toiros que

separam o trigo do  joio, são os toiros

que mandam e em Salvaterra, os Veiga

Teixeira de uma forma clara e inequívoca

disseram ao grupo local VÃO P`RA CASA.

José Luís Figueiredo 

 
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