segunda-feira, 4 de junho de 2018

PRÓTOIRO E MISERICÓDIAS UNIDAS PELA TAUROMAQUIA

Protocolo de cooperação assinado este sábado em Estremoz

A Prótoiro – Federação Portuguesa de Tauromaquia e a União das
Misericórdias Portuguesas, assinaram este sábado, dia 2 de junho, em
Estremoz, um protocolo de cooperação, que tem como principal objetivo a
dinamização e promoção de ações na área da tauromaquia enquanto património
cultural de Portugal.

Esta é uma etapa que há muito se justificava, até porque as misericórdias
são proprietárias da maioria das praças de toiros em Portugal. Assim, a UMP
passa a integrar a direção da Prótoiro, consolidando desta forma a centenária ligação das misericórdias à tauromaquia.

A assinatura deste protocolo vem reforçar a já de si forte relação da tauromaquia às grandes causas sociais, sendo para isso a UMP um parceiro fundamental.

Para Paulo Pessoa de Carvalho, presidente da Prótoiro, “este é um passo
muito importante para a atuação da Prótoiro” e explica: “Permite ter à mesma mesa o representante da maioria dos proprietários de praças de toiros em Portugal, junto com todos os restantes stakeholders da tauromaquia portuguesa, podendo dessa forma pensar de modo mais abrangente e profundo o setor da cultura tauromáquica portuguesa, a estratégia de desenvolvimento do mesmo e o seu impacto social".

Já Manuel Lemos, presidente da UMP, considera que “o protocolo é uma mais-valia, pois permite que todos estejam mais próximos na promoção dos
valores e desenvolvimento da tauromaquia enquanto atividade cultural”.
“Antes da criação do Estado Social, as receitas das Praças de Toiros eram a
principal fonte de rendimento para as misericórdias poderem fazer o seu
trabalho”, conclui.

A cerimónia de assinatura do protocolo foi realizada na arena da Praça de
Toiros de Estremoz, momentos antes do início da corrida promovida pela UMP.

A tradicional corrida das misericórdias contou com os cavaleiros Filipe Gonçalves, João Moura Caetano, Marcos Bastinhas, Francisco Palha, Luís
Rouxinol Jr. e a praticante Verónica Cabaço e os grupos de forcados de Santarém e de Évora.

 
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