sábado, 7 de julho de 2018

CRÓNICA DA CORRIDA DO CAMPO PEQUENO - POR JOSÉ LUIS FIGUEIREDO


Foi mau demais o que aconteceu na passada quinta feira no Campo Pequeno.
Talvez inspirados com a presença do homenageado  Curro Romero, figura mítica do toureio e também o rei das broncas e certamente convencidos que os aficionados portugueses estão por tudo, os mentores e intervenientes na corrida meteram-se a jeito. 
CULPADOS
A culpa como sempre morrerá solteira mas que os houve houve e muitos entre os quais a EMPRESA,  que se distraiu, todos sabemos que ao contratar figuras são obrigados a aceitar determinadas condições e alguns caprichos sobretudo a nível de toiros o que é compreensível, mas caramba em tudo há limites, DIRECTOR e VETERINÁRIO, não foram ao sorteio?  Têm problemas de visão? Ou faltou-lhes "tomates"? 
Caros amigos, os senhores são actualmente os conselheiros "professores" dos futuros directores de corrida, pelo menos é o que se nos afigura nas corridas do Campo Pequeno, apenas uma pergunta,sentem condições e moral para continuar a exercer a nobre missão de formar?
VEDOR, os vedores de toiros, são peças fundamentais, na escolha dos toiros a lidar, os representantes dos matadores fizeram "bem" o seu papel e o da empresa estava lá? Tem direito a opinião ou é apenas um verbo de encher?

PIOR A EMENDA QUE O SONETO 
Numa tentativa de evitar o naufrágio a empresa recorreu ao sobrero tipo bóia de salvação, mas surpresa  foi Morante que havia toureado os toiros a si destinados que lidou o sobrero pois  Mazanares fechou-se em tábuas num desrespeito total pelo público, trazendo à memória dos presentes a sua anterior "passagem" pela arena do Campo Pequeno, em que numa atitude menos profissional não toureou um toiro que lhe era destinado e que o público pagou para ver "habilidosamente" ofertando a lide na totalidade ao sub-saliente.
Não deixa saudades. 

Um abraço 


José Luís Figueiredo 
 
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