terça-feira, 28 de agosto de 2018

CRÓNICA DA CORRIDA DE SAMORA CORREIA - POR JOSÉ LUIS FIGUEIREDO


A corrida de toiros integrada na feira de Samora,  foi em tempos, não muito distantes uma das mais importantes, se não mesmo a número um das levadas a efeito em praças itinerantes. Para tal contribuíram cartéis de relevante interesse, consagrados grupos de  forcados e toiros dos tais que fazem secar a boca.
Sempre fui e continuo a ser um acérrimo defensor das empresas - quem sabe da tenda é o "tendeiro", são eles que põe a carne (dinheiro) no assador, por isso são  eles e mais ninguém que sabem as linhas com que se cosem. Porém tal facto não me inibe de "pensar alto" e opinar sobre as razões que levaram a banalizar a corrida de Samora que é actualmente, não sei se por muito tempo apenas e só mais uma, que se não arrepiar caminho tem os dias contados.

Vamos à corrida...

CAVALEIROS 
A frase "sem ovos não se fazem omeletes" assenta que nem uma luva no que se passou na arena de Samora Correia, os cavaleiros Filipe Gonçalves, Marcos Bastinhas e Luís Rouxinol Jr., bem se esforçaram para sacar algo aos oponentes mas os ditos não estiveram pelos ajustes. 
Valeu pelo esforço ficou a intenção. 
   
FORCADOS 
Apesar da tal falta de "peso" e não serem grupos para Samora os forcados Amadores do Ribatejo e Amadores de Azambuja deram bem conta do recado sobretudo na segunda metade da corrida.

TOIROS 
Para além da falta de apresentação "para Samora" os novilhos de Herculano Silva revelaram enorme escassez de bravura e nobreza. Não entendemos a volta à arena concedida ao ganadero mas... Se toureiros e forcados dão voltas por dá cá aquela palha porque não o ganadero??

Um abraço 
José Luís Figueiredo 
 
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