quarta-feira, 31 de julho de 2019

Cada macaco no seu galho... Artigo de opinião - por Maria João Mil-Homens



Ao longo de quase 45 anos de vida, aprendi e continuo a aprender muita coisa. Coisas essas que faço questão de aplicar na minha vida diária e que faço questão passar aos meus filhos, para os tentar proteger de cometer semelhantes erros. 
Muitas vezes aprendo com os meus próprios erros, mas acima de tudo, tento sempre aprender com os erros dos outros, acho muito mais perspicaz e menos sofredor. 
Não sou perfeita nem tenho tensões de ser, deve ser uma chatice ( ia dizer maçada, mas soa muito a "tia" e não tenho por hábito fazer-me passar pelo que não sou... logo eu que sou filha única) porém cá de cima dos meus erros, não chulo ninguém, não me vendo, não sou falsa e principalmente, não dou importância a quem de fato não a tem na minha vida. 
Porém, depois de tanto zum zum, e diz que disse (eu não sou destas merdas) resolvi clarificar aqui uma ou duas coisas. A primeira é que apesar do meu nome ser o primeiro da lista de uns quantos colegas meus e outros artistas que igualmente admiro como profissionais e outros também como seres humanos, não sou a fundadora de nada, aliás num grupo nem há dessas coisas, somos um só. Mas realmente não fui eu que iniciei ou sequer tive a ideia, apesar de concordar a 1000% com ela. Não estive nem em Coruche nem em corrida nenhuma nesse mesmo dia, pois estava doente em casa. E o que aqui quero esclarecer para não suscitar mais conversa de tasca, é o seguinte: sim publico e continuarei a publicar colhidas, com o critério que sempre tive, seja 1 foto ou 100, não o farei sem o consentimento do interveniente ou do seu representante, para além destes requesitos, (fundamentais na vida de qualquer pessoa bem formada e que não passa por cima de qualquer coisa ou de alguém para ganhar uns míseros trocos), tenho sempre a plena consciência que a publicação das referidas fotos não prejudicam 1o a Tauromaquia, e 2o nem o animal ou o interveniente envolvido, perderam a vida. (Excepção feita à pega do nosso querido Fernando Quintela que à hora da publicação, não se tinha conhecimento do sucedido). 
Posto isto, resta-me esclarecer ainda que, tenho vida própria, filhos, marido, amigos (as) e que tenho mais do que fazer que andar por ai a destilar veneno, isso deixo para os profissionais do setor. 
Cada macaco no seu galho. 

E eu cá sou Tauromaquia. (Je suis Tauromaquia)

Um bem haja para todos os que quiseram enriquecer a sua cultura ao ler este meu humilde texto, que não diz mal de ninguém, nem fui paga para escrever, nem bem nem mal. 

Maria João Mil-Homens 

 
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